PEDRA, PAPEL E TESOURA
Pedra, papel e tesoura
Nessa divertida brincadeira de criança
Que aprendemos no grande quintal da infância
E, gostando ou não, levamos para os “tabuleiros” da vida
Buscando sempre o aliado mais forte
Para poder vencer e cantar vitória
Melhor é não ficar de bobeira, pois a vida é passageira
A sorte conta um pouco, a sabedoria vale mais
No vai e vem, no se esconde e se mostra
Vence aquele que não acredita-se invencível
Que não subestima o adversário
Que sabe que todos têm pontos fortes e frágeis
E que a vitória é transitória e temporária como brisa
Depende do adversário a enfrentar
E, muitas vezes, não vale o preço a pagar
Se custa nossa paz de espírito ou se destrói a de alguém
Pedra, tão dura, tão forte
Destrói a tesoura, que corta o papel
Mas perde para o papel que, maleável, a embrulha…
Todos podemos vencer
Todos podemos perder
Nada nem ninguém é tão forte
Que nunca possa perder
Nada nem ninguém é tão frágil
Que nunca possa vencer
Pedra, papel ou tesoura?
Tudo vai depender de você!
Alda M S Santos
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