INDO E VINDO
Nada as impede de se divertir
Enchem e esvaziam um baldinho incontáveis vezes
Correm até o mar, balde cheio
Voltam sorrindo, derramam metade da água pelo caminho
Olham para o que restou
E vão fazer sua escultura na areia
Não se importam com o que perderam no trajeto
Usam satisfeitas o que ainda têm,
E buscam mais se precisarem…
Ah, se fôssemos como as crianças,
Dando mais valor ao que temos em detrimento do que perdemos
Talvez tivéssemos mais vezes essa alegria e sorriso espontâneo,
Que contagiam a todos a sua volta!
Alda M S Santos
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