SEJA
Seja alguém que valha a pena ter por perto
Seja a água límpida no deserto
Seja o pão que sacia a fome de um irmão
Seja o olhar acolhedor, seja emoção
Seja o sorriso que ilumina, o amor sem pudor
Seja um coração de terra fértil para a flor
Seja a verdade que questiona, que aprende
Seja a alma que à simplicidade se rende
Seja a luz do luar que enfeitiça os amantes
Seja brisa, seja frescor, seja o próprio amante
Seja as águas de uma cachoeira, embriagante
Seja tudo de belo que há, seja a magia
Seja o poeta, a letra, o verso, a melodia
Seja harmoniosa sintonia, seja a poesia
Alda M S Santos
dezembro 26, 2019 at 8:19 pm
Amei o soneto… Gosto de sonetos: eles me ajudam a ser mais sucinto, sem deixar de dizer e expressar o que que queria…
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dezembro 26, 2019 at 8:22 pm
Não era de fazer sonetos. Acabei achando legal de tanto ler os sonetos do João. E também preciso ser mais sucinta.
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dezembro 26, 2019 at 8:33 pm
Confesso que li muitos sonetos de Olavo Bilac, Shakespeare, e, de outros, antes de me aventurar nesta escrita… Criei até categorias para publicar apenas sonetos, assim, me limito aos 14 versos… Tem surtido um efeito razoável..
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dezembro 26, 2019 at 8:52 pm
Sim! Evita excessos. Rsrs mas eu às vezes sinto que deveria completar alguns meus…
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dezembro 26, 2019 at 9:04 pm
Acho que esta é a sensação de todos que se arriscam na aventura da escrita… Parece que sempre falta algo…
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dezembro 26, 2019 at 10:53 pm
Exato! Rsrs
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