JANELA DE MADEIRA
Na rua, uma casa simples
Na casa simples, uma janela de madeira,
Debruçada na janela de madeira,
Uma pessoa a olhar a rua,
Onde passam muitas pessoas,
Quase todas queridas e aparentadas,
Que cumprimentam com um aceno, algumas palavras,
Muitas vezes, entram para tomar uma xícara de café recém-coado,
Comer uma bolacha ou uma quitanda.
E a vida transcorre simples, tranquila, feliz…
Até que alguém se vai…
E as saudades passam a apertar o peito de quem se foi,
E a entristecer os olhos de quem ficou,
A olhar pela janela de madeira…
Alda M S Santos
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