Ele está em qualquer lugar
Para quem vê com os olhos da alma
Pode ser de qualquer cor
Desde que seja amor
Ele está dentro de nós
Está em nossas mãos
Com ele pode até doer
Mas sem ele não existe o viver…
Alda M S Santos
Ele está em qualquer lugar
Para quem vê com os olhos da alma
Pode ser de qualquer cor
Desde que seja amor
Ele está dentro de nós
Está em nossas mãos
Com ele pode até doer
Mas sem ele não existe o viver…
Alda M S Santos
O mês pode ser novo, nova estação a caminho…
Renovando as esperanças, criando expectativas
Mas a primavera é construída bem antes
Não surge de uma hora para a outra…
Para que possamos receber suas flores
Suas cores, perfume, brilho e beleza
Temos que tê-la cultivado desde o inverno
Aquele escuro e frio que nem todos apreciam
Mas de onde brotam as mais belas rosas
Os mais belos e fortes sentimentos…
Alda M S Santos
Há exatos 194 anos D. Pedro I deu o famoso grito de Independência ou Morte, às margens do rio Ipiranga, libertando o Brasil do jugo de Portugal. Sabemos bem que tal independência foi apenas para alguns segmentos abastados da população da época, e que até hoje somos dependentes política, econômica e financeiramente de nações mais desenvolvidas.
Isso apenas nos mostra que ser independente não é tarefa tão simples. Não basta um brado de independência ou morte. Somos nações e indivíduos interligados em vários setores.
Ser independente é ter liberdade de escolha, onde quer estar, com quem quer estar, o que fazer, onde fazer? Poder dizer sim ou não, prestando contas apenas à nossa consciência? Seria.
Porém, viver em família, em sociedade exige de nós tal satisfação e dependência. Nunca estaremos independentes das opiniões e desejos alheios. Mesmo que nos tornemos ermitões, vivendo isolados numa montanha gelada, ainda seremos dependentes das condições climáticas para termos alimento, aquecimento, etc.
Com o tempo, nos libertamos um pouco das opiniões alheias, preocupamo-nos mais com nossa consciência, mas daí a sonhar com “liberdade” total é associá-la à solidão. Sempre seremos dependentes daqueles que amamos. Enquanto nosso coração for morada do outro ou habitarmos em corações alheios, seremos dependentes.
Nesse 7 de setembro, em verde e amarelo, azul, rosa ou vermelho, qual o brado que nos caberia? Qual o brado do nosso coração? Esse é nosso grito de “independência”!
Alda M S Santos