SEM PERCEBER
A vida segue seu ritmo próprio
À revelia de quem não se importa
Daqueles que já não se abalam com nada
Já colocou tudo na caixinha do fim
Na desorganização do caos…
Nem uma lágrima é derramada
O brilho do olhar já virou triste piada
E, sem perceber, constrói difícil jornada
Pouco a pouco uma pedra é colocada
E as flores do caminho já não são mais observadas…
Alda M S Santos
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