OFICINA DE AMOR

Espaços vazios pedem preenchimento
São as leis de ocupação da natureza
Mãos, corpos e mentes ociosos
São, como diz o ditado, oficina do diabo
E há por aí muitos “enchimentos” buscando por vazios
Há coisas negativas e ruins
Que acabam por se atrair, são afins
Mas há coisas boas e belas
Por afinidade e energia se completam
Na dúvida, basta estar atento ao que produzem
Se geram harmonia, alegria e união
Paz, interação e satisfação
São energias limpas, vale deixar entrar
Mas se causam desesperança, exclusão e amargor
Tristeza, medo, dúvida, rancor e separação
Fechem as portas, escondam as mãos
Não deixem que adentrem a mente e o coração
Somos aquilo que alimentamos em nós
Essa máquina especial se move de acordo com seu combustível
Vamos abastecê-la de bondade, doação, leveza e compaixão
Fazer de nós mesmos uma oficina de amor

Alda M S Santos