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Iara, doce sereia

IARA, DOCE SEREIA
Dia do Folclore

Metade mulher, metade peixe, uma sereia
Possui grande riqueza, voz sedutora
Atrai os homens com beleza encantadora
Uma lenda também meio assustadora

Iara, filha de um pajé, muito faceira
Deixou invejosos irmãos, por ser grande guerreira
Queriam matá-la, mas foram mortos por ela
Pelo pai foi lançada ao rio, livraram-se dela

No Rio Negro e Solimões foi salva pelos peixes
A magia se fez numa noite de Lua Cheia
A bela índia se transformou, virou sereia
Canta, floreira, seus longos cabelos penteia

Quem é atraído para as águas, sua morada
Não é mais visto, caiu na doce cilada
Que será que diriam dessa namorada
Se pudessem voltar e contar dessa empreitada?

Alda M S Santos
Folclore na Educação Infantil

Mula sem cabeça

MULA SEM CABEÇA

Uma mulher, um pecado, uma maldição
Entregou-se a um padre por paixão
Virar uma mula sem cabeça foi a sanção
Vagando solitária na escuridão

Há apenas fogo no lugar da cabeça
Quem a vir talvez enlouqueça
Não é uma imagem bonita pra se ver
É lenda do nosso folclore, bom aprender

Em sua solidão relincha alto, chora
Nas ferraduras de prata cavalga, parece que implora
Vem nas noites de quinta e só na sexta vai embora

Lenda divulgada para assustar
E o comportamento feminino controlar
Sejam as moças que querem namorar
Ou aqueles que querem dela se aproveitar

Alda M S Santos

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