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Crise: o gigante está acordando?

CRISE: O GIGANTE ESTÁ ACORDANDO?

Crises servem para nos ensinar algo, melhorar, evoluir.

A greve dos caminhoneiros tem servido para lembrar aos desavisados o quanto somos dependentes uns dos outros.

Não há como dizer que isso não nos diz respeito!

“Não tenho caminhão, sequer carro, não uso combustível”!

Caminhões parados fecham estradas, impedem entrega de produtos essenciais à vida.

Falta combustível nos postos, pessoas não podem ir trabalhar.

Não há entrega de gêneros alimentícios, medicamentos.

A água não pode ser tratada por falta de produtos químicos.

Escolas param, hospitais têm atendimento mais precário que o “normal”.

Parece que todos enlouquecem: querem estocar o que conseguem.

A lei da oferta e procura eleva preços de tudo. Surgem os aproveitadores.

E o brasileiro, cansado de tantos abusos, aceita a falta, apoia os caminhoneiros.

O povo se vê representado nessa “rebeldia”.

Será que o gigante está acordando?

Quantas perdas serão necessárias para começarmos a ganhar?

Quantas “baixas” podem ser consideradas perdas de guerra?

Até que ponto será preciso destruir para reconstruir?

A história não é passado, aquela escrita nos livros apenas.

A história está sendo construída por todos!

Luta, garra, fé e sabedoria é o que precisamos!

Gigante acorda faminto e meio atrapalhado.

É preciso cuidar para não morrer ou matar!

E que Deus nos abençoe!

Alda M S Santos

Amo Brasil(ia), sim! 

AMO BRASIL(IA), SIM! 

Eu ❤️ Brasília, afirmei, complementando

Referindo-me à declaração contida na imagem.

“Como pode amar Brasília?”

-questionaram-me

“A podridão está naquele lugar!”

Simples! Brasília é uma miniatura do Brasil

Concentra uma população mista e que representa várias cidades do país

Traz consigo um povo lutador, honesto, sonhador, de fé, guerreiro

Também concentra desonestos, corruptos, aproveitadores e preguiçosos,

Como toda localidade do país.

Eu amo a Brasília do povo,

Como amo qualquer canto minúsculo do Brasil,

Com gente imperfeita e que se aperfeiçoa a cada dia.

A Brasília que se aproveita dos outros, que retira direitos, que corrompe, eu repudio

Como repudiaria o paraíso se ele assim agisse.

O amor contém e aceita imperfeições diversas,

Só não sabe lidar com a maldade. 

Alda M S Santos

Construindo nossa pátria amada, Brasil! 

CONSTRUINDO NOSSA PÁTRIA AMADA, BRASIL! 

Brasil, pátria amada! 

Dizem que para subir é preciso chegar ao fundo do poço

Que para arrumar a casa é necessário fazer muita bagunça primeiro

Pátria idolatrada, salve, salve!

Quando envergonhados perante as “visitas”

Possamos, diante de tanta sujeira, 

Visualizarmos em cada entulho ou coisa podre que cai

Uma oportunidade de reconstrução.

“Brasil de um sonho intenso, um raio vívido”…

Que levantemos desse berço esplêndido

E que se erga a justiça! 

Que a imagem de um cruzeiro

pacífico nos resplandeça!  

Que esse povo belo, forte e que não foge a luta,

Possa verdadeiramente ter paz no futuro, 

Ser filho de uma mãe gentil,

Visto que nada se pode fazer pela “glória” do passado!

Pátria amada, Brasil!!!

Alda M S Santos 
 

Nosso país precisa de mães

NOSSO PAÍS PRECISA DE MÃES

Nosso país precisa de lições maternas:

Nos lares, nas escolas, nas igrejas, nos (des)governos.

Seu direito termina onde começa o do outro.

Respeite os mais velhos e experientes.

Levantar a voz é perder a razão.

Se não é seu, deixe onde está.

Guarde o que usar, lave o que sujar, feche o que abrir, apague o que acender.

Procure acertar, se errar, desculpe-se e aprenda a lição.

Ajude os mais fracos, não se mostre superior quando for mais forte.

Seja confiável, mas não confie em todos.

Pegou emprestado, devolva, deu, tá dado.

Mantenha distância de estranhos.

Não prejudique ninguém e procure caminhar pra frente.

Será que nossos governantes tiveram mães? 

Como parece que não receberam as mesmas lições, vale lembrar mais duas:

Lute por seus direitos.

Não procure briga, mas também não apanhe, saiba se defender! 

Nosso povo precisa dessas duas momento. 

Alda M S Santos

Doações, pra quê?

DOAÇÕES, PRA QUÊ?
Têm me causado muita angústia certas situações.
Basta dar uma navegada na internet, conversar com amigos, andar por aí…
Mal fiz uma divulgação de pedido de doações para idosos dos asilos, vejo uma notícia de que o Hospital Maternidade Sofia Feldman, público, que atende a milhares de gestantes carentes, está dependendo de doações para não fechar as portas.
E esta é apenas mais uma. Há inúmeros pedidos de doações para as mais variadas coisas: centros de narcóticos e alcoólicos anônimos, creches, asilos, hospitais, famílias sem teto, desamparadas, deficientes, aidéticos, doenças graves, suplementos alimentares, entre outras.
Mais uma “navegada” e a gente vê golpes, desvios de dinheiro, transações ilícitas, “laranjas” e o escambau!
Das duas uma: ou eu ando muito sensível ou esse mundo passou da hora de ser passado a limpo. Penso que as duas coisas.
Dá uma sensação de impotência perceber que por mais que se faça, esse buraco é sem fundo, o fosso não para de crescer.
Todos sabemos que com a quantidade de impostos que pagamos, se eles fossem bem administrados, não desviados, não haveria tanta necessidade de doações.
Por mais que a gente possa ajudar, financeiramente, trabalho voluntário, carinho, afeto, tempo, sempre parece ter mais e mais pessoas precisando.
O risco que se corre é que os corações se endureçam e ninguém se importe mais, não queira mais ajudar ou participar, ou sequer tenha condições de fazê-lo.
A história nos mostra que sempre houve necessidade de compaixão, de solidariedade, de caridade.
O que aumentou de forma gritante foi a corrupção, a safadeza, a hipocrisia e maldade de nossos governantes.
Nosso país possui recursos naturais, financeiros e humanos para ser uma nação de primeiro mundo.
Nosso maior problema são os desumanos que o administram e os humanos que os aceitam, por falta de consciência ou comodismo.
Precisamos atacar essas duas frentes, ou estaremos sempre “chovendo no molhado” e aumentando esse fosso.
Alda M S Santos

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