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Flor é poesia

FLOR É POESIA

Se é cor, é pura intensidade
Se é delicadeza é suavidade
Se é perfume, é atração, magia
É flor, é beleza, é poesia

Nada há nela de falso ou artificial
Num belo jardim ou no quintal
Flor é poesia, na calmaria ou vendaval
Pura doçura, acalma qualquer mal

Em broto, botão, belo desabrochar
Como o poeta aos poucos a versar
Abertos para o mundo encantar

Flor é na natureza a melhor poesia 
Enfeita a vida, sinal de paixão, amor
Vale como abraço, é calor, tem valor 

Alda M S Santos

Flor é poesia

FLOR É POESIA

Se é cor, é pura intensidade
Se é delicadeza é suavidade
Se é perfume, é atração, magia
É flor, é beleza, é poesia

Nada há nela de falso ou artificial
Num belo jardim ou no quintal
Flor é poesia, na calmaria ou vendaval
Pura doçura, acalma qualquer mal

Em broto, botão, belo desabrochar
Como o poeta aos poucos a versar
Abertos para o mundo encantar

Flor é na natureza a melhor poesia
Enfeita a vida, sinal de paixão, amor
Vale como abraço, é calor, tem valor

Alda M S Santos

Dalia

DALIA

Vermelho vibrante, linda, chamativa
A Dalia assim enfeita jardins
Quem a vê assim tão bela
Não imagina que boa parte do ano
Concentra sua força só na raiz
Parece morrer para o mundo
Mas na época certa brota em linda flor
E encanta todos onde estiver
Nunca devemos menosprezar nossos momentos raiz
Aqueles que parecemos morrer para todos
Se houver fé, esperança, sabedoria na dor
Cuidarmos de nosso interior como flor
Logo seremos beleza, força, luz, resplendor…

Alda M S Santos

Borboletas…

BORBOLETAS…

Quisera essa leveza, essa cor, essa liberdade de ser

De flor em flor, jardim em jardim, puro prazer

Quisera encantar, polinizar, a vida levar nas asas

De metamorfose em metamorfose, voar, renascer

Quisera nunca perder a fé, acreditar num propósito maior

Saber onde pousar, em quem poder confiar

Ainda que seja curta e fugaz

Levar uma vida intensa de amor e paz

Quisera jamais perder a calma e trazer na alma a certeza

De que tudo está em seu devido lugar

Quisera sua marca aqui poder imprimir e deixar

Tal qual bela, leve e encantadora borboleta…

Alda M S Santos

Ao pó voltarás

AO PÓ VOLTARÁS

“Do pó viestes, ao pó voltarás”

No intervalo, vamos nos divertindo, gerando vida

Arando a terra ora dura , ora macia de nossos corações

Semeando o amor, plantando flor, ressecando dor

Com pés no chão, na terra

Mas sem abrir mão das asas

Flutuando entre nuvens brancas ou cinzentas

Escolhendo caminhos menos tortuosos

Regando, adubando, colhendo

Espalhando mudas e sementes

Do pó viestes semente

Ao pó voltarás flor…

Alda M S Santos

Raízes e asas

RAÍZES E ASAS

Beija-flor é volúvel por natureza

Sua sina é encantar, se encantar, se alimentar e voar

De flor em flor, polinizar, sem pousar

Possui asas…

Rosa é inabalável

Sua sina é atrair, perfumar, brotar, embelezar

Ser fixa, firme, permanente, agradar…

Possui raízes…

Uma rosa não pode ser ou seguir beija-flor,

Sem raízes, sem a segurança do jardim, sem o alimento da terra, morte certa

Um beija-flor não pode ser rosa, não sabe se fixar, não sabe ser flor

Sem voo, sem asas, sem espaço, atrofia, morre

Sina de flor, sina de beija-flor…

Na sabedoria da vida, vivemos entre flores e beija-flores

Entre raízes e asas somos jardineiros

Entre muitos jardins voamos buscando pouso,

Até construir nosso próprio jardim da vida, nosso próprio jardim do amor…

Alda M S Santos

Desabrochar

DESABROCHAR

Tempo de aquecer e umedecer o solo para a semente germinar

Tempo de crescer, desenvolver, fortalecer

Tempo de floração, beleza e encanto,

Tempo de frutificar e alimentar a todos,

Novas sementes surgem,

E o ciclo recomeça…

Assim é nossa vida! 

Algumas áreas estamos em semente, outras em flor, em frutos…

E há os períodos de repouso para nova germinação. 

É preciso saber esperar e respeitar essa natureza que temos em nós.

Alda M S Santos 

De que adianta?

DE QUE ADIANTA?
De que adianta uma linda voz
Se quando é preciso, ela se cala?
De que adianta um belo sorriso, se apenas se abre para alguns,
E tantos necessitados são excluídos?
De que adianta tamanha inteligência,
Se não sabe agir ao sabor da emoção?
De que adianta tanta beleza, se não é possível mergulhar mais fundo,
Sob pena de “bater a cabeça” em rasa profundidade?
De que adianta tanta “cultura”,
Se as palavras mais doces não fazem parte de seu vocabulário?
De que adianta braços fortes e ombros largos,
Se não servem de abrigo ou de colo a quem precisa?
De que adianta o amor preso dentro de si,
Se ele é uma flor que precisa do sol
Que existe no outro,
Para crescer, se abrir e encantar?
De que adianta?
Alda M S Santos

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