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poemas e reflexões da vida cotidiana

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Quem sou?

QUEM SOU?

Sou o amor, o carinho, os erros e acertos
Sou a risada, a lágrima, as dores, os consertos
Sou aqueles a quem tenho apreço

Sou bondade, solidariedade, preguiça ou animação
Sou beijo, sorriso, abraço de montão
Sou a marca da paixão que deixo em seu coração

Sou fada, sou bruxa em noite de luar
Sou a magia, a poesia que há em cada olhar
Sou porção de Deus por aqui a passar

Sou a noite, o dia, o Sol e a Lua
Sou família, sou amigos, sou vento, tempestade crua
Sou eu, natureza, clareza, de alma nua…

Alda M S Santos

RÓTULOS

RÓTULOS

Não me adapto com rótulos
Não há um que consiga definir
Por mais que tente não é correto
É uma prisão que acaba por excluir

Ou te colocam além ou aquém
Daquilo que você realmente é
E, você, se não ficar atento
Se perde, tentando ser o que não quer

Rótulos nos limitam, travam
Ignoram que a vida é evolução
Impedem o agir da emoção, da razão

Quero a liberdade de ser eu
Se houver conceitos, que sejam meus
E, se quiser, você pode uni-los aos teus

Alda M S Santos

Ainda estou em mim

AINDA ESTOU EM MIM
Quando encontro alguém que faz questão
De ressaltar alguma qualidade que não lembrava mais possuir
Algo que fiz por elas e que as marcou
Um defeito que reconheço que melhorei
Uma virtude perdida, uma deficiência amenizada
Ou uma mania que não passa de jeito nenhum
Sinto-me bem…
Sei que ainda estou em mim, que não me perdi pelo caminho
Que são bonitas as marcas que deixei
Que sou apenas uma criatura em evolução
E que posso melhorar muito ainda
É aí que percebo que o ”pão que o diabo amassou”
Não faz tão mal assim, pois Deus é quem dá o toque final
O diabo pode até sovar a massa, mas é Deus quem põe o pão para assar
E basta um toque divino para tudo se reverter
Tudo melhorar…
Eu ainda estou em mim, mesmo imperfeita
E gosto mesmo muito disso!
Alda M Santos

E quem poderá dizer?

E QUEM PODERÁ DIZER?

Quem poderá dizer do quanto de cada um de nós é autêntico ou fuga?

Os introvertidos, calados, que preferem a solidão

Ou a própria companhia, quase não se misturam

Não gostam de aglomerações nem de improvisos…

Os rebeldes que reclamam, brigam, sozinhos ou não, riem, choram, gritam, esbravejam

Nunca parecem quietos, estão sempre envolvidos, insistem, “comem” a vida…

E aqueles que participam de inúmeras atividades, gostam de tudo, dispostos e cheios de energia

Literalmente, abraçam o mundo, sempre sorrindo…

Quem é verdadeiramente feliz ou infeliz?

O quanto disso é autêntico ou quem está usando subterfúgios para se esconder de si e dos outros?

O quanto no modo de ser de cada um é prazer, alegria, insatisfação ou fuga?

Quem está verdadeiramente em paz consigo mesmo, com a própria consciência, com a vida?

Quem poderá dizer do quanto disso tudo não é sobrevivência?

Quem poderá saber ou julgar?

Quem não gostaria de ser diferente ou estar de outro modo, noutro lugar?

Afinal, cada qual luta com o que tem, com a arma que melhor conhece…

Ou levanta a bandeira branca!

Quem poderá dizer algo ou contradizer?

Alda M S Santos

Original

ORIGINAL

O que é ser diferente, ser original?

É se destacar entre iguais?

Quem determina o que é igual ou diferente?

Quem estabelece o que é original e o que é comum? 

Depende sempre do referencial de cada um.

Pode-se ser muito original para alguém,

Muito comum para a grande maioria. 

O temível e terrível é estabelecer valores, 

Melhores ou piores, pelas diferenças que se percebe.

Todos podemos ser diferentes ou iguais, depende sempre do olhar que nos observa! 

Vale mesmo é ser autêntico, respeitar a si mesmo, sem desrespeitar os demais.

E sempre consideraremos especiais quem nos admirar da forma que somos. 

Alda M S Santos

Busca pela autenticidade

BUSCA PELA AUTENTICIDADE
Uns preferem nosso bom humor constante, outros se irritam com isso.
Uns gostam de nosso jeito expansivo e comunicativo, outros nos consideram exagerados.
Alguns apreciam nosso jeito jovial e prático de ser e nos vestir, outros acham que queremos chamar atenção.
Sempre haverá quem prefira algo totalmente diferente do que somos.
Jamais conseguiremos agradar a todos. Acabaríamos por nos tornar uns mascarados, representando um papel em cada espaço ou situação.
Somos humanos, nos importamos com a opinião alheia, sim. Ninguém quer ser mal visto. Mas devemos selecionar a quem ouvir.
O que pensam os amigos a nosso respeito sempre é valioso. A esses devemos agradecer, ouvir, avaliar, considerar, negociar. Nos amam, se importam conosco.
Porém, o que vale mais, o que realmente importa é uma consciência tranquila, em paz e o que Deus sabe sobre nós.
A preocupação excessiva com a opinião dos que não nos amam, sequer nos conhecem, nos leva a ser apenas sombras de nós mesmos. Perda da naturalidade e autenticidade!
Acredito que “a busca pela autenticidade consiste em fazer a verdade pessoal prevalecer sobre as opiniões alheias” ( Pe Fábio de Melo).
Isso é um aprendizado diário!
Alda M S Santos

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