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leveza

Borboletas…

BORBOLETAS…
Quisera essa leveza, essa cor, essa liberdade de ser
De flor em flor, jardim em jardim, puro prazer
Quisera encantar, polinizar, a vida levar nas asas
De metamorfose em metamorfose, voar, renascer
Quisera nunca perder a fé, acreditar num propósito maior
Saber onde pousar, em quem poder confiar
Ainda que seja curta e fugaz
Levar uma vida intensa de amor e paz
Quisera jamais perder a calma e trazer na alma a certeza
De que tudo está em seu devido lugar
Quisera sua marca aqui poder imprimir e deixar
Tal qual bela, leve e encantadora borboleta…
Alda M S Santos

Leveza

LEVEZA

Sonhei que estava a caminho do céu

Vestes brancas e leves a flutuar

Na cabeça uma tiara de rosas, um véu

Subia, girava, sorria, ia devagar

Vez ou outra parava no caminho

Sentava numa nuvem para baixo a olhar

Quem foi que deixei sozinho

Isso pesava, não me deixava viajar

Era tão bom poder plainar

Cada vez mais longe, mais alturas alcançar

Tal qual águia na imensidão a voar

Tudo ficava leve, pétalas de rosas a carregar

Mas algo não estava bem

Ainda não posso ir, preciso retornar

Aqui tinha ficado alguém

Mas já conhecia o caminho do céu a atravessar

Me despedi de mim mesma

Minha leveza, minha destreza

Quem sabe não chegaria o dia

Que iria com certeza pra lá

Enquanto não é possível

Quero de novo sonhar

E nas asas de uma borboleta

As alturas de novo chegar…

Alda M S Santos

Borboletas…

BORBOLETAS…

Quisera essa leveza, essa cor, essa liberdade de ser

De flor em flor, jardim em jardim, puro prazer

Quisera encantar, polinizar, a vida levar nas asas

De metamorfose em metamorfose, voar, renascer

Quisera nunca perder a fé, acreditar num propósito maior

Saber onde pousar, em quem poder confiar

Ainda que seja curta e fugaz

Levar uma vida intensa de amor e paz

Quisera jamais perder a calma e trazer na alma a certeza

De que tudo está em seu devido lugar

Quisera sua marca aqui poder imprimir e deixar

Tal qual bela, leve e encantadora borboleta…

Alda M S Santos

Deliciosos paradoxos

DELICIOSOS PARADOXOS

O corpo tão “morto”, tão cansado, tão pesado

Que tem dificuldades para relaxar e descansar

Em contrapartida, a alma tão viva, tão leve, tão agradecida

Que quer curtir, relembrar mais um pouquinho os bons momentos

Assim funciona o ato de doar-se em prol de alguém

Fraternidade e generosidade renovam esperanças de um mundo melhor

Mais humano, menos violento, mais amoroso

Quem dá ou recebe já não se sabe, não se identifica

E não importa, todos ganham!

Alda M S Santos

Relaxe: nada está sob controle

RELAXE: NADA ESTÁ SOB CONTROLE

Relaxe! Seja leve, deixe a vida no seu curso, deixe-se flutuar

Tentar manter o controle de tudo é desgastante

Muitas e muitas coisas se interdependem, não nos cabe mudar, mas nos ajeitar

E manter a ilusão de que tudo controlamos é pesado, frustrante

Relaxe! O melhor da vida está nas surpresas, na esperança

Segurar firmemente algo pode impedir de circular o sangue da renovação

Cercear o crescimento que vem com a liberdade contida na confiança

E, por mais que a gente faça, a vida tem seus próprios caminhos, dias melhores virão

Relaxe! Nada está sob nosso controle!

Confie no controle Superior! Sorria!

E faça disso sua alegria…

Alda M S Santos

Equilíbrio

EQUILÍBRIO

Mais que leveza ou força,

Equilíbrio exige entrega total

Mais que energia ou disposição,

Equilíbrio exige confiança em si, no outro

Nas bases em que se apoia

Mais que vencer o medo e obter coragem

Equilíbrio exige uma dose de diversão…

Ainda que transmita a ideia de facilidade

Equilíbrio exige consciência de si, do outro

Da natureza que se impõe no entorno

De cada parte do corpo envolvida no processo

De sintonia, de respirações em uníssono

A vida é uma tentativa constante,

Até mesmo imperceptível, de evitar a queda

Nossa, de quem caminha, flutua conosco

E nos mantermos em equilíbrio…

Alda M S Santos

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