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Nas batalhas

NAS BATALHAS
Batalha pelo pão que alimenta o corpo
Batalha pelas águas claras que hidratam o ser
Batalha pelo chão firme sob os pés
Batalha pelo céu azul que possibilita voos livres
Batalha pelo abraço gostoso que une os seres afins
Batalha pelos bons relacionamentos que enriquecem o viver
Batalha pelo amor recíproco que alimenta a alma
Batalha para sentir-se membro dessa nau
Batalha para ter onde repousar corpo, mente e coração
E viver um sonho real
De amor e compaixão…
Nas constantes batalhas para nos firmar como gente
Devemos nos cuidar para não perdermos nossa humanidade
Nas batalhas da vida precisamos, às vezes, nos render
Pedir uma trégua, talvez até nos sentir meio presos
Para poder sermos verdadeiramente livres e vitoriosos
E seguir em paz quando chegar o momento de voltar para casa
Alda M S Santos

Nas batalhas

NAS BATALHAS

Batalha pelo pão que alimenta o corpo

Batalha pelas águas claras que hidratam o ser

Batalha pelo chão firme sob os pés

Batalha pelo céu azul que possibilita voos livres

Batalha pelo abraço gostoso que une os seres afins

Batalha pelos bons relacionamentos que enriquecem o viver

Batalha pelo amor recíproco que alimenta a alma

Batalha para sentir-se membro dessa nau

Batalha para ter onde repousar corpo, mente e coração

E viver um sonho real

De amor e compaixão…

Nas constantes batalhas para nos firmar como gente

Devemos nos cuidar para não perdermos nossa humanidade

Nas batalhas da vida precisamos, às vezes, nos render

Pedir uma trégua, talvez até nos sentir meio presos

Para poder sermos verdadeiramente livres e vitoriosos

E seguir em paz quando chegar o momento de voltar para casa

Alda M S Santos

Bandeira branca

BANDEIRA BRANCA

Se houver paz dentro

Não há guerra cá fora que interfira

Que mude esse status

Mas se dentro for batalha atrás de batalha

A paz exterior pouco terá efeito

Levante a bandeira branca dentro de si

Peça uma trégua a sua alma

E deixe a guerra cá fora entender

Que a paz que todos almejamos

Nasce primeiro em cada um de nós

Em cada coração disposto a amar, perdoar

Acreditar, e seguir em frente…

Alda M S Santos

Eu versus eu

EU VERSUS EU

As grandes batalhas da vida

Não são aquelas lutadas lá fora

As maiores batalhas do existir

São aquelas travadas no front de nosso interior

As vezes em que não eliminamos nossos monstros

Por medo, covardia ou compaixão

As vezes em que não neutralizamos um mal

Dando tempo para ele crescer e se fortalecer

E voltar a nos atingir em cheio

As vezes em que nos escondemos atrás de barricadas

Sabendo bem qual era nosso calcanhar de Aquiles

As vezes em que demos munição para “adversários” já conhecidos

E não usamos as armas que sabemos que seriam as mais potentes

Não importa se o oponente é um mal físico, mental, psicológico ou emocional

Uma doença crônica, um diabetes, uma dificuldade com números ou de expressão de sentimentos

Problemas de autoestima, ciúme, confiança ou bondade excessiva

Ou aquela pessoa a quem “damos” o poder de nos irritar ou fragilizar

E ficamos expostos nas trincheiras, de peito aberto

Ferida aberta, reaberta, sangrando

Nosso oponente sempre está em nós mesmos

Só nós podemos deixá-lo nos atingir

Só nós podemos enfrentá-lo

Uma batalha já é perdida ou ganha em nosso interior

Aqui fora é só um detalhe a mais

Muitos campos abertos aos quais nos expomos sem necessidade

Viemos para essa “guerra” para vencer nossos próprios “inimigos”

Sermos melhores a cada dia

Evitando sermos atingidos por fogo “amigo”

Ou atingindo adversários imaginários

Como sabemos se estamos vencendo?

Quando estamos bem conosco mesmos, em paz física e emocionalmente

E com aqueles que nos cercam

É sinal que estamos vencendo

Mas essa é uma batalha que só termina quando somos chamados de volta para casa

Para nosso território de origem…

Como estamos nos saindo em nossas guerras particulares?

Alda M S Santos

O bom soldado

O BOM SOLDADO

“O bom soldado não deixa seus feridos para trás”

Independente se está ou não em risco

Se se preocupar apenas com a própria integridade física

Ainda que com vários danos emocionais comuns nas “guerras”

Se seguir em frente sem socorrer aquele ferido que lutou a mesma batalha

Deixando-o à própria sorte, visando salvar apenas a própria pele

Atitude essa que denota falta de caráter, de hombridade

Ausência de humanidade, compaixão e amor

Quem abandona um ferido em “guerra”

Não é apto para as batalhas da vida

Não terá forças emocionais para seguir em frente

Sentirá sempre na alma o peso daquele ferido que poderia ter carregado nos ombros

Nunca será um “vitorioso” de verdade

Estamos todos numa “guerra fria”

Soldados vários lutando por espaço, por pão, por água, por diversão

Por emprego, por amizade, por amor…

Nessa disputa, um que se perde, um que é deixado para trás

Afeta toda a humanidade contida em cada um de nós…

Somos todos soldados de um grande exército escolhidos para estar aqui

Desviando dos obstáculos, caminhando nessas trincheiras, curando feridas

O que diremos quando formos questionados onde está aquele irmão que deixamos para trás

Machucado por nós, pelo “inimigo”, ou por si mesmos

E sequer percebemos que estava ferido tão perto de nós?

Sairemos todos vitoriosos quando percebermos que, ao abandonar seus feridos

Um exército não chega mais rápido e mais honradamente em casa…

Alda M S Santos

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