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Beijos de todo tipo

BEIJOS DE TODO TIPO

São tantos e de todos os tipos

Aqueles de carinho de um pai ou de uma mãe

Os dados na bochecha de um amigo/irmão

Os que se dá na mão, por cavalheirismo

Os que se dá na testa, por proteção

Os que são de amor, alegria e confiança de uma criança

Os que se estala no rosto em agradecimento

Os que são dois em cumprimento

Há ainda os que se dá como selinho nos lábios

Se o cumprimento for mais íntimo

Há os que são beijos acompanhados de abraços na pontinha dos pés de amor/amigo

Ou os que são mais longos, apaixonados, em entrega e promessa de algo mais

Há aqueles de tesão em que abraços, braços e corpos acompanham

E há os de amor, cumplicidade, suaves e ternos que carregam uma vida consigo…

Há beijos de todo tipo…

Gosto de todos, desde que sejam verdadeiros!

Alda M S Santos

Quantos?

QUANTOS?

De quantos sorrisos, lágrimas

Abraços, beijos, cuidados,

Ou palavras doces se faz um amor? 

A quantidade não importa, 

O que o torna real e duradouro

É que seja recíproco e prazeroso! 

Alda M S Santos

Cheiro de Amor

CHEIRO DE AMOR
Olfato cria lembranças marcantes e eternas
Mais que qualquer outro sentido
Cheiro de mãe, cheiro de colo, de casa de vó,
De infância, de escola, de domingo, de Natal,
Cheiro de praia, de roça, de rio, de mata,
De namoro, de amigos, de filhos,
De abraços quentinhos, de cheiro no cangote,
De beijos molhados de chuva, de suor…
De muitos cheiros se faz minha memória.
Um único comum a todos:
Cheiro de amor.
Alda M S Santos

Ser amor

SER AMOR
Ser amor é ser sorriso
Sem desvalorizar as lágrimas
É ser abraço, beijo,
Quando tudo parecer ruir.
É ser estímulo, sem negar o colo.
É ser companhia, participação, interatividade,
Sem negar-se a si mesmo e às suas vontades.
É ser admiração, respeito, confiança, intimidade,
Sem fechar os olhos para os defeitos,
Mas mantê-los bem abertos para o essencial
Que encanta, aquece e amortece qualquer mal
Simplesmente por existir e estar ali.
Alda M S Santos

Beijos, linguagem universal

BEIJOS, LINGUAGEM UNIVERSAL

Beijos são linguagem universal, vários tipos, vários significados.

Há o beijo na testa, representa cuidado e proteção.

O beijo na mão quer dizer respeito e admiração.

O beijo rápido no rosto é de alguém que se apresenta para o outro.

O beijo nas bochechas, cujas mãos seguram a cabeça, um abraço se segue, fazem um carinho, é o que diz: tudo bem, estou aqui, conte comigo!

O beijo de nariz é o beijo da cumplicidade e bom humor.

O beijo selinho, toque rápido de lábios com lábios, é cumprimento mais íntimo e carinhoso, de almas afins.

O beijo na boca, sempre acompanhado de abraços, carícias, é o encontro das almas numa só morada, onde gostariam de habitar para sempre. 

Beijo é linguagem de um idioma só:

O Amor.

Alda M S Santos

A arte da comunicação

A ARTE DA COMUNICAÇÃO

Todo ser vivente possui habilidades de comunicação.

Ser capaz de entender, de fazer-se entender.

Variáveis, porém, são os níveis dessa habilidade.

Palavras ditas ou escritas transmitem muito, mas pode haver uma interpretação cruzada.

Expressão corporal é fiel, mas de difícil análise, se não houver certa intimidade.

Olhares falam muito, praticamente tudo, mas numa linguagem que não é qualquer um que sabe ler.

Sorrisos espontâneos dizem tudo, mas há muitos forçados por aí.

Lágrimas passam imagens de dor extrema, nem sempre reais. 

Um toque é um complemento importante de comunicação, ameniza a “força” das palavras ou as complementa. 

Um abraço ou um beijo dispensam quaisquer outros recursos.

No silêncio e intensidade de um abraço ou de um beijo somos capazes de dizer tudo que queremos.

Quanto mais demorados e mais silenciosos, maior a comunicação.

Não são sempre utilizados, pois desnudam o transmissor e receptor.

Não é admissível dizer que não se conhecem, duas pessoas que trocaram entre si um abraço ou um beijo sinceros.

A arte de se comunicar é desenvolvida: palavras, expressões corporais, olhares, sorrisos, lágrimas, toques, beijos e abraços…

Lamentável que muitos tentem disfarçá-las.

Isso torna o mundo mais confuso e triste. 

Alda M S Santos

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