À BEIRA DO ABISMO
Todos podem, por vezes, sentirem-se à beira do abismo
Andando na corda bamba
Sob o fio da navalha
Pisando em ovos…
Qualquer pisada em falso
Um momento de distração
Uma brisa mais forte
E tudo vai para o brejo
Cai-se para o fundo do abismo,
A corda se parte, a navalha corta
Os ovos se quebram…
Nem sempre é adrenalina, quase nunca é divertido
Desgaste que vai cansando,
Levando ao recolhimento, à introspecção,
E tantos caem no escuro da depressão!
Quantos pertinho de nós podem estar assim?
Saberíamos se fôssemos nós a ficar assim?
Alda M S Santos
outubro 31, 2017 at 7:08 pm
Muitos mais dos que cremos
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outubro 31, 2017 at 7:30 pm
Muitos mesmo! 😢
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